29 de noviembre: II Fórum del Río Miño Transfronterizo, en el marco de Smart Minho

 

  • El evento es la culminación de las estrategia que marcará las líneas de actuación de la cooperación Pontevedra-Norte de Portugal. 

  • El proyecto Smart Minho está cofinanciado por el Fondo Europeo de Desarrollo Regional FEDER, a través del POCTEP.

PORTUGUÉS

Desde finais de 2017, e como acção principal dentro do projeto Smart Minho, pôs-se em marcha a elaboração da ‘Estratégia Rio Minho Transfronteiriço 2030’, um documento guia que marcará as linhas de actuação da cooperação entre o sul da província de Pontevedra e o Norte de Portugal durante a próxima década.

Para a criação da estratégia foi necessário realizar um estudo profundo do território, desde o ponto de vista económico, social e político, no que participaram os principais actores galego portugueses de cada um destes sectores com um grau de envolvimento muito alto por parte de todos eles.

A celebração deste II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço, que se celebrará no Auditório de Goián (Tomiño) o próximo 29 de novembro supõe a cimeira deste trabalho inovador, já que existiam estudos similares mas não um com uma visão partilhada do território, e no que a cidadania teve a oportunidade de participar, debater e achegar os seus pontos de vista ao documento que se ia elaborando, e portanto esta é uma estratégia feita desde a base.

“O I Fórum foi um sucesso de participação pública, com um diagnóstico oportuno para a região transfronteiriça, pelo que esta segunda edição vai permitir perfeccionar a estratégia, de forma que vamos contar com um instrumento com orientação própria, mas também vamos poder  apresentar os nossos interesses e reivindicações à União Europeia”.

Baixo a coordinação da AECT Rio Minho, uma equipa de peritos e expertos das 6 universidades públicas do norte de Portugal e Galiza lideraram este trabalho, por o  que os resultados contam também com um aval académico e tanto a nível institucional como social o resultado foi muito positivo”, segundo indicou o director da AECT Rio Minho e deputado de Cooperação Transfronteiriça da Deputação de Pontevedra, Uxío Benítez. “Realizaram-se até 10 encontros bilaterais entre câmaras municipais galegas e câmaras autárquicas portuguesas e numerosas reuniões de trabalho no que participaram os diferentes governos locais”, acrescentou.

Além disso, “a elaboração da ‘Estratégia Rio Minho 2030’ partiu da premisa de ser um trabalho realizado através da participação cidadã”. Para isso puseram-se em marcha diferentes mecanismos como um “espaço de participação cidadã virtual através da página web smartminho.eu, um inquérito público dirigido à toda a povoação do território, 5 mesas sectoriais centradas em diferentes temáticas como turismo, cultura, comércio ou mobilidade e a celebração do I Fórum do Rio Minho Transfronteiriço, e ainda ficam pendentes mais duas mesas sectoriais e por suposto, este segundo Fórum, conseguindo uma participação muito alta”, apontou Benítez.

 

Por sua parte, o presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira e vice director da AECT Rio Minho, João Fernando Brito Nogueira, lembrou que “o I Fórum foi um sucesso de participação pública, com um diagnóstico oportuno para a região transfronteiriça, pelo que esta segunda edição vai permitir perfeccionar a estratégia, de forma que vamos contar com um instrumento com orientação própria, mas também vamos poder  apresentar os nossos interesses e reivindicações à União Europeia”. Nogueira explicou que “a cooperação transfronteiriça está nos planos, ao menos teóricos, dos governos de Portugal e Espanha e com a elaboração deste documento Estratégia Rio Minho 2030′ queremos contribuir para avançar para a pratica, pois somos nós mesmos os que melhor conhecemos este território e temos a responsabilidade de definir uma estratégia ajeitada que sirva para dar resposta à necessidades sentidas”.

“O objetivo principal é transformar duas regiões periféricas numa única área central. Temos excelentes condições para sermos um território comum, quando naturalmente já o é, mas há que superar barreiras burocráticas"

“O objetivo principal é transformar duas regiões periféricas numa única área central. Temos excelentes condições para sermos um território comum, quando naturalmente já o é, mas há que superar barreiras burocráticas sentidas na educação, na saúde, na gestão do rio Minho, entre outras que somente com uma  actuação supra regional podem ser superadas”, concluiu o presidente da Câmara português.

Por último, o director da Fundação Centro de Estudos Euro Regionais, Valerià Paül, qualificou o processo de sucesso” e valorou a alta participação e envolvimento da sociedade civil. Paül adiantou que “trás estes meses de trabalho há muitas modificações no documento rascunho que se apresentou em I Fórum, o qual é uma magnífica notícia porque quer dizer que se debateu de verdade, e anunciou que se recolheram perto de uma centena de propostas que farão parte do ‘Plano de Acção do Rio Minho Transfronteiriço 2030’”.

Destaca a importância do documento à hora de solicitar fundos europeus reside precisamente em saber primeiro que é o que queremos ser, e em que queremos investir esse dinheiro

Paül destacou ademais a importância deste estudo que “não foi realizado por uma consultora, senão que foi debatido e matizado pela sociedade civil” e incidiu em que a importância do documento à hora de solicitar fundos europeus reside precisamente em saber primeiro que é o que queremos ser, e em que queremos investir esse dinheiro já que muitas vezes se solicitam ajudas sem saber para que fã falha”.

O II Fórum do Rio Minho Transfronteiriço, que se celebrará no Auditório de Goián, em Tomiño, o próximo 29 de novembro será o espaço elegido para achegar os últimos matizes à elaboração da estratégia Rio Minho Transfronteiriço 2030, que se apresentará a em janeiro de 2019. O Fórum começará às 10:30 e rematará às 14:30 com um brunch/networking. As inscrições são gratuitas e podem fazer-se aqui.

A Estratégia de Cooperação Inteligente do Rio Minho Transfronteiriço enquadra-se dentro do projecto Smart Minho através do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal 2014-2020 (INTERREG V-A) e está co-financiado ao 75 % pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional FEDER, com um orçamento total de 942.022,47 euros.

 

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